sábado, 29 de agosto de 2015

RESÍDUOS SÓLIDOS/ESTUDO DE CASO

Gestão de Resíduos de Poda: Estudo de Caso da Fundação Parques e Jardins do Município do Rio de Janeiro

Pequena mostra do estudo realizado na UERJ
(Universidade do Estado do Rio de Janeiro). Dissertação de Mestrado do Programa de Pós-graduação em Engenharia Ambiental, realizada  por Barbara L. G. Alves.

    DISCUSSÃO




-   Dados Pesquisados:


Não há uma pré-disposição da FPJ em relação ao atendimento as propostas deste estudo.
A instituição analisada está focada, exclusivamente, na conservação do arboreto urbano.
Aproveitamento econômico-ecológico é desconsiderado, salvo raras exceções.
Há dificuldades para a segregação de materiais verdes pela FPJ.
Não há disponibilidade de espaço físico para triagem de materiais na FPJ.
Há possibilidade de aproveitamento econômico das partes de plantas.
Existe área disponível para segregação no CTRS Gericinó.
Há necessidade de recuperação da área aterrada após encerramento de atividades.
Pode-se transportar a galhada sem custos excedentes.
Há espécies promissoras para a recuperação arbórea do CTRS de Gericinó.


-   Parâmetros a Considerar:


A implementação de políticas públicas: distribuição igualitária de investimentos em infra-estrutura.
A disponibilização de recursos financeiros insuficientes para a solução de problemas        ambientais.
Participação conjunta do governo e da sociedade. 
A interpretação multidisciplinar envolvendo diferentes variáveis.
Tendências legislativas: Decreto 5.940, de 25 de outubro de 2006, e da Resolução nº 14 da Secretaria de Estado do Ambiente, de 20 de Abril de 2007.
Limite de capacidade dos aterros regionais.
Atividades para os catadores após encerramento de atividades nos aterros.
Criação de áreas contíguas ao CTRS de Gericinó para recebimento de resíduos.
Gastos com transporte.
Valor das árvores embutido nos resíduos de poda.
-   Limitações Pontuais:
Impossibilidade de segregação dos resíduos na fonte: como alternativa propõe-se a indicação do CTRS de Gericinó.
Limitação de mão de obra: para supri-la sugere-se instrutores e funcionários da administração pública e catadores, gerando gestão participativa e estabilidade sócio-ambiental.

Limitação econômica: propõe-se transporte sem custos extras, dispensando a alocação de recursos para o deslocamento de mudas, insumos e mobiliário urbano para a área a ser revitalizada, traduzindo-se em compensação de custos de investimentos através de benefícios a serem obtidos.




Continua na próxima postagem.

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