sábado, 31 de outubro de 2015

REDUÇÃO DAS EMISSÕES / BRASIL


Criado em 1997 na cidade japonesa de Kyoto, o Protocolo estabelece metas obrigatórias de redução das emissões para países desenvolvidos, responsáveis históricos pela mudança climática. Esses países se comprometeram a reduzir suas emissões a, no mínimo, 5% abaixo dos níveis de 1990, no período entre 2008 e 2012. 

O pacto teve, inicialmente, a adesão de 37 países desenvolvidos. Apesar de estar fora do grupo, o Brasil, voluntariamente, aderiu ao Protocolo em 2002 e definiu metas próprias de redução. 
O Protocolo de Kyoto entrou em vigor em 2005. Desse período até 2012, o Brasil já reduziu 41,1% das emissões, totalizando 1,2 bilhão de toneladas de carbono – contra as 2,04 bilhões registradas anteriormente. A primeira etapa do Protocolo se encerrou em 2012, ano em que os países decidiram estendê-lo até 2020. Depois disso, deverá começar a valer um novo compromisso de corte de emissões, que será acordado em Paris, durante a #COP21.

http://www.ministeriomeioambiente/photos/a.712053718896224.1073741871.312435548858045/712081975560065/?type=3&theater





PROJETO ORLA / ALAGOAS

Governo incentiva municípios a aderirem ao Projeto Orla

Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos disseminou conhecimento sobre funcionamento do projeto que protege orlas marítima




Barra de São Miguel estuda nova ação de melhoria de sua orla; outros municípios querem o mesmo
Foto: Embratur

Barra de São Miguel estuda nova ação de melhoria de sua orla; outros municípios querem o mesmo







A Secretaria de Estado do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos (Semarh) apresentou, na manhã desta segunda-feira (5), o 'Projeto Orla' aos secretários de Meio de Ambiente dos municípios de Alagoas. Conceitos e arranjos institucionais do projeto foram explicados aos titulares das pastas na sede da Associação dos Municípios Alagoanos (AMA). Projeto visa a organização e proteção das orlas dos municípios litorâneos.
O secretário de Estado do Meio Ambiente, Alexandre Ayres, ressaltou que a adesão ao projeto contribui com o rezoneamento costeiro e organização das orlas nos municípios.
“É preciso mobilizar os gestores para aderirem ao Projeto Orla, que representa um avanço importante para a economia proteção ambiental. Algumas cidades, a exemplo de Piaçabuçu e Barra de São Miguel estão ampliando os trabalhos para a organização de suas orlas. Com o empenho da Secretaria de Estado do Meio Ambiente, os municípios de Marechal Deodoro e Coruripe também estão interessados em colocar em prática o projeto”, ressaltou o secretário Alexandre Ayres.
Salomar Mafaldo, analista ambiental do Ministério do Meio Ambiente, explicou que o governo federal pretende estender o projeto nos estados. Diversas áreas do litoral brasileiro sofrem com os processos erosivos e o projeto orla também trata para a resolução desta problemática.
(Foto: Agência Alagoas)
“O projeto quer organizar os investimentos nos locais que tem economia voltada para o turismo. É um trabalho que a partir do termo de adesão, a orla será gerida pelos municípios, e deverá trazer grandes avanços aos moradores destas regiões que sofrem frequentemente com as erosões", frisou o analista ambiental.
Por outro lado, Mafaldo explicou que "ao sugerirmos implantar o Projeto Orla, o governo federal também está atuando para evitar que locais construídos próximos ao mar, por exemplo, continuem passando por problemas em decorrência do avanço das águas do mar”.
Ao fim de sua fala, o analista ambiental parabenizou a Semarh e ao Governo de Alagoas por retomarem o projeto orla no estado. A secretaria, por intermédio da Superintendência de Meio Ambiente (SMA) tem realizado uma série de encontros com as prefeituras para conhecerem o projeto de forma mais detalhada.
Durante a apresentação, na sede da AMA, estiveram presentes os representantes da Superintendência do Patrimônio da União (SPU), Ministério Público Federal e Secretaria de Meio Ambiente de São José da Coroa Grande (PE), que trouxeram uma explanação do funcionamento do projeto no município.
Ação conjunta
O Projeto de Gestão Integrada da Orla Marítima (Projeto Orla) é uma ação conjunta entre o Ministério do Meio Ambiente e Planejamento com ações que buscam o ordenamento dos espaços litorâneos sob domínio da União, aproximando as políticas ambiental e patrimonial, com ampla articulação entre as três esferas de governo e a sociedade.
Assim, o projeto busca responder a uma série de desafios como reflexo da fragilidade dos ecossistemas da orla, do crescimento do uso e ocupação de forma desordenada e irregular, do aumento dos processos erosivos e de fontes contaminantes.



http://www.tribunahoje.com/noticia/156736/cidades/2015/10/05/governo-incentiva-municipios-a-aderirem-ao-projeto-orla.html

quinta-feira, 29 de outubro de 2015

TRAVESSIA SEGURA PARA ANIMAIS

Pontes sobre as rodovias oferecem travessia segura aos animais


Muitas vezes, a construção de estradas e rodovias interferem nos  habitats dos animais.Cuidados devem ser tomados para não interferir nos processos de migrações e rotas dos animais. Claro, alguns obstáculos enfrentados pelos animais são naturais, mas quando o obstáculo é feito pelo homem, temos a necessidade e a responsabilidade de afetar a natureza da forma menos perturbadora possível. É aí que estas pontes e túneis para animais entram.
Pela lei da natureza, alguns animais precisam migrar para outras regiões em determinada estação do ano e outros precisam encontrar pastos verdes. Além disso, se os animais ficarem confinados em áreas pequenas, então você pode sofrer uma perda da diversidade genética e testemunhar a morte lenta da população de algumas espécies. Este, por sua vez afetará o resto dos animais e a vida selvagem da região.
http://engenhariae.com.br/meio-ambiente/pontes-sobre-as-rodovias-oferecem-travessia-segura-aos-animais

quarta-feira, 28 de outubro de 2015

ALIMENTOS / PLANTIO E SUSTENTABILIDADE

Duplamente sustentável 15 Alimentos que você compra uma vez e replanta para sempre

Pois é, então a melhor coisa a se fazer, para o bem da natureza, do seu bolso, e da sua saúde é apostar em mini-hortas. Separei uma lista dos alimentos mais interessantes para você replantar.

Cebolinha

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Quando for usar a cebolinha, separe toda a parte branca e mais um pedacinho da parte verde. Coloque dentro de um copo com água, cobrindo cerca de 2,5 cm (a parte branca). Deixe num local ensolarado e dentro de poucos dias, terá cebolinhas novas para usar e não precisará mais comprar. Troque a água todos os dias. Se tiver um quintal, também poderá replantar e terá mais cebolinhas que qualquer Mônica poderia aguentar, até para dividir com amigos, vizinhos e família. 

Manjericão

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Acho o mais saboroso e o mais cheiroso dos temperos. Separe mais ou menos três pares de hastes, corte-as com uns 10 a 15 cm, escolha as mais bonitas, retire as folhas da parte de baixo, também as flores, deixando apenas algumas folhas na parte superior. Coloque num copo de vidro com água até a metade e deixe num lugar ensolarado, trocando a água de dois em dois dias. Depois, quando as raízes estiverem com o tamanho de 2 cm  é hora de replantar num vaso médio, grande ou numa floreira, pois ele precisa de espaço e de sol. Assim terá manjericão por um ano sem problemas, para molhos pesto, pizzas marguerita e qualquer outro prato #delícia.

Hortelã

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Funciona da mesma forma que o manjericão. Depois precisa ser plantada também em um vaso maior e com furos em baixo, pois necessita de solo drenado e de muita água. Em nenhum momento a terra poderá ficar seca. Então cuidado com o sol da tarde. Você também viu, passou o protetor hoje?!

Alecrim

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Faça o mesmo processo inicial do Manjericão e da Hortelã. Depois plante os galhinhos em um vaso com furos em baixo para drenar a água, numa mistura de 2/3 de areia grossa e 1/3 de terra musgo. Pela composição da terra, já se percebe que ele não curte muita água, então não regue demais, mantenha-o num local ensolarado. Vá cortando os galhinhos quando precisar, depois replante de novo. Essa técnica pode ser usada com outros temperos, como o coentro.

Alho

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Aqui vamos aproveitar as folhas do bulbo. Não precisa ser replantado, se colocado os dentes numa vasilha de vidro com água, crescerá brotos que ficarão ótimos com batatas assadas, húmus, guacamole e qualquer tipo de salada por exemplo, mas use apenas as extremidades, que são mais saborosas. Para replantar o alho propriamente dito, é bem mais trabalhoso, veja o passo a passo.

Cenoura

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Igual ao alho, vamos aproveitar as folhinhas. Também não precisa plantar, poderá usar as folhas para complementar sopas, saladas e até drinks de frutas, pois são muito nutritivas. Usará exatamente aquela parte da cabeça da cenoura que todos jogam fora. Assim como na imagem, o ideal é colocar várias numa vasilha com água pela metade, em 15 dias começam a brotar.

Alface Romana

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Poderá partir também para o cultivo hidropônico. Basta pegar a cabeça da alface, aquela que ia jogar fora, e colocar numa vasilha com água, troque sempre que necessário. Não terá aquelealfação, mas será o teu alfacinho #tibunitinho.

Aipo (Salsão)

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Muito usado hoje nas sopas de regime, então melhor replantar para não ficar gastando dinheiro. É só cortar lá no talo, uns 5 cm, e deixar numa vasilha como um pires mais fundo com água, trocando sempre (ou use um copo cheio de água). Umedeça também a parte de cima da planta para não ressecar. Deixe num local ensolarado. Vai ver que folhinhas amarelinhas brotarão no centro, depois ficarão verdes. Após 5 a 7 dias de completo brotamento das folhas, passe para um vaso com uma boa mistura de terra e furos para drenar a água e em breve terá talos de salsão para seus pratos e sopas.

Acelga

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Da mesma forma que o Aipo, reutilizar a parte inferior (raiz), “inútil”, da verdura. Tudo muito fácil.

Alho-poró

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Da família da cebolinha e tal qual, também brota fácil na água. Corte o talo com a parte da raiz, uns 5 cm, e coloque num recipiente não muito fundo ou apoie com dois palitos, um de cada lado, com água até o começo da raiz e vá cuidando para que não evapore e seque. Se for época de temperatura baixa, poderá manter na água mesmo, mas se for verão, replante num vaso com terra preparada, após criar as raízes. E as folhinhas brotarão e brotarão…

Erva Cidreira

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Não é preciso ter aquela moita enorme. Consiga cinco ou seis talos, deixe na água até criar as raízes e passe para o vaso com a terra já preparada. Ela suporta bem o sol, deve ser regada normalmente, assim terá sua erva cidreira para aquele chá quando estiver sem sono… #amomuitotudoisso.

Cebola

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Com a extremindade da raiz descartada da cebola, faça a mesma técnica da água que a cebolinha, e tantas outras que citamos. Então, após aparecer as raizes, coloque ao sol em um vaso com terra de qualidade ou diretamente no solo do lado de fora.
Essa são os mais fáceis e mais aproveitáveis no nosso dia a dia. Mas é claro que tem muita coisa interessante e bem mais complicada, por exemplo:
Batata doce e Abacaxi – Nesse site, além dos que já ensinamos, detalham como reaproveitar essas duas delícias, ótimas para saúde.
Gengibre – Nesse outro site, existem várias dicas de replantio. A flor do gengibre é muito bonitinha, acho que vou fazer pra deixar de decoração.
Abacate – Embora use a semente, é um clássico. Até meus filhos fizeram isso na escola, só não tinha onde plantar depois. Passo a passo aqui.
Boa saúde e boa colheita!!!
Fonte
asenhoradomonte | livinggreenmag | naturalcuresnotmedicine | naturallivingideas | ecycle | wikihow | asboasnovas | veganana

http://www.portalanaroca.com.br/15-alimentos-que-voce-compra-uma-vez-e-replanta-para-sempre-3/



terça-feira, 27 de outubro de 2015

REDUÇÃO DE CARBONO NEGRO




Redução de carbono negro pode ajudar no combate às mudanças do clima
Washington, EUA, 19 de outubro de 2015 – O carbono negro causa milhões de mortes todos os anos e contribui para o aquecimento do planeta. Na atmosfera, ele aparece como poluição do ar, com emissões vindo principalmente da combustão de diesel e biocombustíveis, usinas de carvão, fornos de biomassa, fornos de tijolos e queimadas de vegetação.
A importância da redução de emissões de carbono negro e de outros poluentes do clima enquanto simultaneamente continuam os esforços para a mitigação das emissões de dióxido de carbono é o assunto de um novo documento entitulado “A mitigação de carbono negro e o papel do Fundo Global para o Meio Ambiente”, produzido pelo Painel Consultivo Técnico e Científico (STAP, em inglês) do Fundo Global para o Meio Ambiente (GEF, em inglês).
Na publicação, o STAP recomenda investimentos significativos na aceleração da redução  do carbono negro para diretamente apoiar a implementação dos recentemente anunciados Objetivos Globais nas áreas de melhoria da qualidade do ar, mitigação de mudança do clima, redução da vulnerabilidade do clima, e transferência de tecnologias de baixo carbono.
“O GEF já está abordando o carbono negro como parte do seu programa de mitigação do clima. O que estamos propondo é uma expansão desses esforços crescentes para outras áreas do programa do GEF, e significativamente expandir a mitigação, o ecossistema, e os benefícios à saúde humana que resultam dessas atividades”, disse Rosina Bierbaum, Presidente do STAP.
O carbono negro absorve energia solar a taxas mais de um milhão de vezes maiores que o dióxido de carbono. Apesar de permanecer na atmosfera por poucos dias, ele contribui para o processo geral de aquecimento global. Ele tem estado ligado a uma série de impactos ambientais e à aceleração do degelo em regiões sensíveis como o Ártico e o Himalaia, que são particularmente vulneráveis a esses efeitos.
As emissões de  carbono negro também causam impactos adversos na saúde humana e nos ecossistemas. De acordo com a Organização Mundial da Saúde, a fumaça proveniente da queima de carvão ou madeira está dentro dos dez maiores fatores de risco de saúde no mundo, contribuindo para mais de 4 milhões de mortes prematuras todos os anos por doenças relacionadas à poluição do ar. Mulheres e crianças são as que mais sofrem com esses impactos.
Entre as recomendações do relatório do GEF, estão: tornar popularmente conhecidas as medidas de mitigação de carbono negro dentro do seu portfólio de projetos; apoiar programar e projetos que focam na redução das emissões de carbono negro; medir e reportar a quantidade de emissões evitadas ou reduzidas como resultados dos projetos do GEF;  e aumentar a conscientização e o engajamento de todos os pontos de contato envolvidos nos esforços regionais e internacionais sobre o tema.
O relatório será apresentado no 49º Encontro Anual do GEF, que acontecerá em Washington, EUA, de 20 a 22 de outubro de 2015.

Sobre o Painel Consultivo Técnico e Científico
Painel Consultivo Técnico e Científico (STAP) é um grupo independente de cientistas apoiados pelo PNUMA e responsáveis por conectarem o GEF aos mais renomados e atualizados cientistas.

Sobre o Fundo Global para o Meio Ambiente
Fundo Global para o Meio Ambiente (GEF, em inglês) é uma parceria global composta por 183 países, 18 organizações civis e multilaterais e o setor privado para enfrentar um grande espectro de desafios ambientais – incluindo energia limpa, proteção de ecossistemas terrestres e marinhos, mitigação do clima e adaptação, e problemas transversais como o desenvolvimento urbano sustentável.


http://web.unep.org/redu%C3%A7%C3%A3o-de-carbono-negro-pode-ajudar-no-combate-%C3%A0s-mudan%C3%A7as-do-clima

segunda-feira, 26 de outubro de 2015

VARIEDADES DE TOMATE







https://www.facebook.com/photo.php?fbid=10203754315698121&set=a.2257170888509.84702.1825479807&type=3&theater

CURIOSIDADE / TOMATES NEGROS



Pesquisadores israelenses criaram um tomate que tem a casca negra e o interior vermelho. O fruto é o resultado de uma mistura de variações do fruto e foi batizado de “Black Galaxy”.
Além da curiosa coloração, foi observado que o pigmento que deixa a casca do tomate escura é fotosensitivo. Em outras palavras: quanto mais tempo passa no sol, mais escuro fica o Black Galaxy. 
E segundo a empresa fabricante, a Technological Seeds, a novidade não é só a coloração do tomate. O fruto também teria uma quantidade maior de antioxidantes e vitamina C – grandes aliados de nosso sistema imunológico.
Acredita-se que os tomates serão comercializados daqui a um ano, depois de serem apresentados oficialmente na Exibição Agrícola de Arava. Lá também serão expostos limões sem semente, limões vermelhos, uma nova espécie de morango e as cenouras “arco-íris”, que apresentam as cores amarelo, roxo e cor-de-rosa.
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http://revistagalileu.globo.com/Revista/Common/0,,EMI292433-17770,00-CIENTISTAS+CRIAM+TOMATES+NEGROS.html



https://www.facebook.com/mrtintumon/photos/a.231863553675.135481.205051538675/10153946962438676/?type=3&theater

ENERGIA

 



Desligar a luz ao sair de casa ou de um cômodo vazio; retirar os fios das tomadas; aproveitar a luz do dia como iluminação; trocar o elevador pela escada; abrir as janelas, quando possível, deixar o vento entrar e desligar o ar condicionado. São muitas as formas de economizar energia, ajudar o meio ambiente e diminuir o valor da conta. Consciência ambiental é uma escolha solidária!


Tem gente que muda o mundo pra melhor! 
💛




#IndiretasAmbientais #EconomizeEnergia#TimeSustentabilidade



domingo, 25 de outubro de 2015

LIBERDADE PARA OS PÁSSAROS / ÍNDIA SAI NA FRENTE







A Índia à frente da nova era. 

"Todos os pássaros, tem direito fundamental de voar ... Nenhum ser humano tem direito de detê-los em gaiolas"


http://www.ggiardelli/photos/a.689257064432472.1073741828.251893348168848/971999929491516/?type=3&theater

EXTINÇÃO / TATU-BOLA


O tatu-bola ocorre principalmente na caatinga e no cerrado. Ele foi categorizado como Em Perigo (EN) devido a redução da população causada pela degradação do seu habitat e pela vulnerabilidade à caça.
Saiba mais sobre a espécie: http://goo.gl/NRPqO7


O Plano de Ação Nacional para Conservação do Tatu-bola tem como objetivo redução do risco de extinção da espécie. Conheça as ações do PAN:http://goo.gl/lvFkeF


#ICMBio #PlanodeAçãoNacional#EspéciesAmeaçadasdeExtinção



sábado, 24 de outubro de 2015

CAÇA AO JAVALI EUROPEU


 O Ibama estuda mudanças nas regras da caça ao javali europeu, único animal selvagem que tem a caça autorizada no Brasil. A espécie é considerada invasora e tornou-se uma praga, causando problemas ambientais em vários estados. O controle por meio do abate é autorizado desde 2013, mas a população continua aumentando. Apenas em São Paulo, estima-se um rebanho de 5 mil animais. Ataques dos javalis têm sido relatados em quase todas as regiões do estado. 

 http://goo.gl/BwzMgL

Imagem: Divulgação/Ibama