quinta-feira, 22 de setembro de 2016

SINTROPIA


O QUE É SINTROPIA? CHACRA - MULADHARA CHACRA - MANIPURA


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Primeiro vamos esclarecer o que é a agricultura sintrópica: Se trata de um conjunto de princípios e técnicas que integram a produção de alimentos de maneira regenerativa natural de florestas, diferente da entropia, esse sistema sempre parte do simples para o complexo. Resumindo, o trabalho é feito em terras degradadas, solos improdutivos, devido as práticas agressivas do homem, então, inicia-se o procedimento manual com implantação de reais folhagens de florestas e partir delas, legumes e finalmente os frutos.
Quem é o grande criador desse procedimento Ernst Götsch, um agricultor e pesquisador suíço que migrou para o Brasil no começo da década de 80 e se estabeleceu em uma fazenda na zona cacaueira do sul da Bahia. Desde então, vem desenvolvendo técnicas de recuperação de solos por meio de métodos de plantio que mimetizam a regeneração natural de florestas. Com o acúmulo de mais de três décadas de trabalho que resultaram na recomposição de 480 hectares de terras degradadas.
Como resultado de sua intervenção, além da colheita agrícola, observou-se que a fazenda desenvolveu seu próprio microclima, 14 nascentes de água foram recuperadas e a fauna repopulou o lugar. O experimento tem sido disseminado e adaptado a diferentes regiões e climas nos últimos 30 anos. Neste modelo de agricultura, o insumo mais importante é o conhecimento e foi assim que nasceu o Projeto Agenda Gotsch, a partir do qual dois jornalistas visitam a fazenda de Ernst Gotsch para registrar conceitos, implantações e manejos do agricultor. A produção dos vídeos e textos publicados no site ajudarão produtores de todo o mundo a adotar técnicas agrícolas verdadeiramente sustentáveis.
http://www.queroharmonia.com.br/o-que-e-sintropia/

PRIMAVERA




Região Sudeste - tendência para a primavera 2016

22/09/2016 às 16:44 
por Josélia Pegorim 

A primavera traz um aumento gradual da chuva e da temperatura também para a Região Sudeste do Brasil.
Os volumes médios de chuva mensais de setembro a dezembro podem ser vistos nos mapas abaixo. Em outubro, o volume médio de chuva em geral não supera os 100 mm na maioria das áreas do Sudeste. Em áreas do sul, do leste e norte de São Paulo e do Sul de Minas Gerais, a média de chuva pode chegar aos 150 mm.
Já em dezembro, os volumes médios de chuva passam de 200 mm na maioria das áreas da Região Sudeste.



A primavera de 2015 foi fortemente influenciada por um evento do fenômeno El Niño que reduziu a chuva em grande parte do Sudeste e aumentou o calor de forma generalizada. Apenas o estado de São Paulo e algumas áreas no sul de Minas Gerais foram beneficiados com chuva volumosa e acima da média.





A primavera de 2016 acontece numa situação de temperatura abaixo do normal das águas do oceano Pacífico Equatorial central e leste indicando uma tendência para ocorrência de um fenômeno La Niña. A expectativa é que, se o fenômeno se concretizar, será com fraca intensidade.
Mas só o fato de não termos o El Niño já garante que a chuva e a temperatura da estação se comportem mais próximas do padrão climático normal pra a estação.
Há uma expectativa de que a Zona de Convergência do Atlântico Sul (ZCAS), fenômeno que traz chuva persistente e volumosa para grande parte do Sudeste, volte a se formar e até de forma antecipada, com um evento esperado para novembro.


Confira a análise do meteorologista Alexandre Nascimento para a primavera de 2016 no Sudeste do Brasil.

























http://www.climatempo.com.br/noticia/2016/09/22/regiao-sudeste-tendencia-para-a-primavera-2016-0226