terça-feira, 17 de outubro de 2017

A GALÍCIA ARDE!


A imagem pode conter: noite, céu, nuvem, atividades ao ar livre e água

DESASTRE... 



O Courel, o Xurés, o Candán, o Galiñeiro, o Monte Faro, Vilariño de Conso, Chandrexa de Queixa, Compostela, Oia, Baiona, Pazos de Borbén, Chantada, Lobios, Cualedro, Redondela, Ponteareas, Vigo, Monfero, Sada, Boiro, Cervantes, As Neves, Mos, A Mezquita, Monfero, Montederramo, Gondomar, Salvaterra, Cea, Baños de Molgas. Vilardebarrio, Paderne de Allariz...

ÁRDENNOS Galiza. Porque Galiza non arde soa, nin é cousa de mal bíblico. Isto é terrorismo ambiental!!!

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Fotos da publicação de Iria Abói Ferradás

quinta-feira, 25 de maio de 2017

A tecnologia que transforma plástico reciclado em tijolos chega ao Brasil




Uma empresa italiana chamada Presanella Building System esta inovando o setor de construção civil. Visto que a bioconstrução tem chamado a atenção, a empresa apresentou uma nova solução muito interessante, é a coleta e transformação de plástico reciclado em tijolo para construção de casas.
Os inovadores tijolos são fabricados com resíduos plásticos que seriam descartados e então são processados para serem utilizados em projetos arquitetônicos. Segundo a empresa, para construir uma casa de 80 metros quadrados, serão reciclados cerca de 2.500 kg de plástico.
O novo produto também permite que a construção seja concluída em um período de tempo muito menor, além de ter um custo de aquisição mais em conta que os materiais convencionais. Vale também destacar os benefícios sustentáveis do novo tijolo para o setor, já que a construção civil é reconhecidamente um dos maiores responsáveis pela emissão de gases de efeito estufa.
Com sede na Brescia, na Itália, a empresa agora inaugurou uma fábrica em Assunção no Paraguai e tem planos de atender toda a América Latina. No Brasil, a empresa já possui operação comercial por meio da Propeller Representações. Já esta em construção duas casas modelo em Maceió, Alagoas.


http://engenhariae.com.br/meio-ambiente/a-tecnologia-que-transforma-plastico-reciclado-em-tijolos-chega-ao-brasil/

ÉTICA E SOCIEDADE

O papel da sociedade nos desafios para a construção de um meio ambiente local com melhores perspectivas para a formação de valores éticos e morais.
Participação: Barbara Alves - Oficina de criação modelos ambientais alternativos para resíduos sólidos.

http://www.saojose.br/extensao/xvii-semana-academica/

segunda-feira, 22 de maio de 2017

terça-feira, 9 de maio de 2017

CIDADES INTELIGENTES: TROCA DE RODOVIAS POR PARQUES










Artigo da Archdaily mostra que não é a quantidade de vias expressas para carros que melhora o trânsito nas cidades e sim o investimento em uma rede eficiente de transportes coletivos. No comparativo entre Europa e EUA o resultado acumulado no último século evidencia que mais autoestradas só geram mais carros e o congestionamento só aumenta. Nesse sentido, há uma mudança mundial e, principalmente, na costa Oeste americana, para transformar o que não estava dando certo: vias expressas ao lado de importante rios estão virando parques públicos, diminuindo a poluição no entorno, criando novos espaços verdes de proteção ambiental, aumentando o valor imobiliário das regiões e melhorando a qualidade de vida de todos na cidade. <3

Saiba mais:  
“6 cidades que trocaram suas rodovias por parques urbanos” -  Archdaily: https://goo.gl/rcx0ky

árvore árvoresertecnológico transportescoletivos viasexpressasparquespúblicos
https://arvoresertecnologico.tumblr.com/

Mais 

terça-feira, 2 de maio de 2017

PSYCCON - PROCESSOS PSICOSSOCIAIS DE CONSUMO E COMUNICAÇÃO



OS "KITS DE SUBJETIVIDADE" COMO MODELAGENS MARCÁRIAS NOS PROCESSO PUBLICITÁRIOS


No contexto ambiental entendemos a publicidade como como um gatilho para o consumo. Com este mesmo consenso observamos o aumento da geração de resíduos sólidos atrelado ao aumento do consumo. Através da observação inerente aos aspecto psicossociais poderemos compreender melhor a dinâmica que envolve o assunto.


Barbara Alves
Comissão Organizadora

terça-feira, 21 de março de 2017

DIA INTERNACIONAL DAS FLORESTAS

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O Dia Internacional das Florestas tem como objetivo sensibilizar a população sobre a importância desses ecossistemas na manutenção do equilíbrio ecológico e no desenvolvimento sustentável.

As florestas brasileiras estão distribuídas por seis biomas com características particulares, ocupam cerca de 61% do território brasileiro e desempenham importantes funções sociais, econômicas e ambientais. Ofertam uma grande variedade de bens e prestam serviços ambientais essenciais, como a conservação dos recursos hídricos e da biodiversidade e a estabilidade climática.

O ICMBio, através das Unidades de Conservação, protege as florestas brasileiras. Saiba mais:http://migre.me/p6zmx

segunda-feira, 20 de março de 2017

Plymouth Marine Laboratory and Plymouth University say there are 44 aliens species in our waters Read more at http://www.cornwalllive.com/plymouth-marine-laboratory-at-plymouth-university-say-there-are-44-aliens-species-inBvZe4YURqI5p.99





Aliens have invaded the waters around Britain, causing havoc in the seas and bringing with them tropical diseases. Chinese mitten crabs are officially listed as one of the world's 100 worst invasive species.
They can cause damage to fishing gear and river banks, block intake screens, modify natural habitats and compete with native species, and it is this economic and ecological damage that makes this crab such an unwelcome arrival.
Across the Atlantic, thousands of people have died in cholera outbreaks carried across oceans in the ballast tanks of ships.
The damaging traffic goes both ways, with creatures and plants from Britain now turning up in the waters off South America.
A review by PML Applications Ltd, the wholly-owned subsidiary of Plymouth Marine Laboratory (PML) and Plymouth University found there were 44 non-native species which had become invasive with high ecological impacts in the northeast Atlantic and 15 in the less well studied southwestern Atlantic.
Most had been carried in ballast water of ships, or attached to their hulls.
But aquaculture – such as growing Pacific oysters in rivers like the Helford estuary – has also been a very significant way in for aliens.
Accidental introductions of non-native species has been of increasing concern since the 1980s.
Cecilia de Castro, lead author of the review, said the study highlighted the importance of the International Maritime Organisation's Ballast Water Convention – which the UK has yet to sign up to.
image: http://www.plymouthherald.co.uk/images/localworld/ugc-images/276351/binaries/34108613.jpg

Cecilia Tinidade de Castro examines specimens at Plymouth University

Professor Jason Hall-Spencer is coordinating the UK-Brazil collaboration.
He said: "An estimated 10,000 marine species are transported around the world in ballast water every day. This sometimes causes outbreaks of diseases such as cholera in which thousands of people die, and commonly introduces toxic algae which can cause massive kills of aquatic life.
"I would hope the UK signs up to the United Nations ballast water regulations to help secure healthy productive seas."
A consortium of research institutes is asking for members of the public to report mitten crab sightings.

Read more at http://www.cornwalllive.com/plymouth-marine-laboratory-at-plymouth-university-say-there-are-44-aliens-species-in-our-waters/story-30093878-detail/story.html#yf3kBvZe4YURqI5p.99

OUTONO CHEGANDO

Característica do outono no Brasil

A chuva vai cada vez mais deixando de existir sobre o Brasil central, sobre o interior do Nordeste e sobre o interior do Sudeste e as massas frias começam a avançar pelo centro-sul do país.


Especialmente em abril ainda temos um pouco de ar quente e úmido descendo do Norte para o Centro-Oeste e o Sudeste, mas isso já diminui em relação ao meses de verão. No mês de maio, as primeiras massas frias começam a avançar pelo centro-sul do país. No mês de junho, uma grande massa de ar seco começa a dominar a região mais central do Brasil e as massas polares avançam com força total sobre o país.


Sem El Niño e sem La Niña 

O outono de 2017 será neutro, sem influencia dos fenômenos El Niño ou La Niña, com isso a condição de clima tende a se aproximar da normalidade, explica o meteorologista Alexandre Nascimento. “A temperatura vai caindo gradativamente e a chuva vai diminuindo na maioria das regiões brasileiras”, afirma Nascimento.

Resultado de imagem para outono

O OUTONO COMEÇOU HOJE, 20 DE MARÇO ÀS 7:29 H NO BRASIL

O que esperar para 2017?
Para o mês de abril a expectativa é de temperaturas um pouco acima da média, mas nada parecido com o ano passado, que foi extremamente quente. Em relação a chuva, grande parte da Região Norte ainda deve ter chuva acima da normalidade. No Nordeste, ainda podemos ter chuva acima do normal no Maranhão, no Piauí e no Ceará.

A temperatura vai cair gradativamente e em maio já será possível sentir bastante frio, principalmente na segunda quinzena nas Regiões Sul, Centro-Oeste e Sudeste. Em junho vai fazer bastante frio no Sul e no Sudeste, mas nada comparável à 2016.

A chuva vai diminuindo aos poucos. Em maio, há previsão de chuva abaixo do normal em grande parte do país, com exceção do extremo Norte e também Nordeste. Em junho, previsão de pouquíssima chuva para o Norte e Nordeste e pouca chuva também no Centro-Oeste e Sudeste. Somente no Sul pode chover acima da normalidade.

O outono é uma estação de transição para o inverno e a chuva diminui de frequência especialmente no Sudeste e no Centro-Oeste do país, ficando cada vez mais dependente da passagem de frentes frias. Mas o outono ainda é época de muita chuva na porção norte do Nordeste e do Norte do Brasil. É durante o outono que volta a chover em Roraima e na parte leste do Nordeste.





Meteorologista Alexandre Nascimento
https://www.climatempo.com.br/noticia/2017/03/12/o-que-esperar-do-outono-de-2017--9812

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

Metodologias Participativas & Sentidos de Comunidade

Metodologias Participativas & Sentidos de Comunidade 


10 / Março / 2017

 UNIGRANRIO Campus II Lapa 

Realização: Programa de Pós-Graduação em Administração (PPGA) 

Laboratório de Estudos Transdisciplinares da Lapa (LETL) 

Coordenação do Evento: Michel Thiollent - Madalena Colette 

Endereço:
Rua da Lapa, 86, 13º. Andar, Centro, Rio de Janeiro, RJ

Metodologias Participativas e Sentidos de Comunidade Conferencista: Alfonso Torres Carrillo Doutor em Estudos Latino Americanos: Identidade e política da ação coletiva; pós-doutor em História Latino Americana: Historicidade e desafios da investigação social na América Latina. Professor Titular e Decano da Faculdade de Humanidades, Universidad Pedagogica Nacional (UPN), Colômbia; Consultor do Conselho de Educação de Adultos da América Latina (CEAAL). 
Apresentações: Papesca - 13 anos de Prática Dialógica Sidney Lianza - Doutor em Engenharia de Produção, Professor associado da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Escola Politécnica, Núcleo de Solidariedade Técnica - SOLTEC-UFRJ. 

Saneamento ecológico na Praia do Sono: Pesquisaação integral e sistêmica e Comunidades Tradicionais Gustavo Machado - Doutorando UFRJ/EICOS, Pesquisador da Fiocruz, Observatório de Territórios Sustentáveis e Saudáveis da Bocaina (OTSS). 

Modelagem participativa de sistemas socioambientais de várzea na Amazônia: Projeto CLIM-FABIAM Gustavo Melo - Professor colaborador do Programa EICOS e pesquisador GAPIS e INCT/PPED. Pesquisa-ação em favelas: Avanços e tropeços em 10 anos de pesquisa-ação na Cidade de Deus Celso Alexandre Souza de Alvear - Professor do mestrado em Tecnologia e Desenvolvimento Social do NIDES/CT/UFRJ - Pesquisador-Extensionista do SOLTEC/NIDES

O Serviço Social e o trabalho em comunidades Elizete Alvarenga Pereira - Professora Serviço Social Universidade Federal de Goiás (UFG). A pesquisa participante e o outsider: percurso do pesquisador em contato com a comunidade Luana Moraes - Doutoranda Programa EICOS/UFRJ Programa 09:00 h - 

Mesa de Abertura Profa. Dra. Sonia Maria Mendes, Pró-reitora de Assuntos Comunitários UNIGRANRIO Profa. Dra. Rejane Prevot Nascimento, Coordenadora do Programa de Pós-graduação em Admininistração UNIGRANRIO 09:30 h - 

Conferência: Alfonso Torres Carrillo 10:45 h - Debate - Moderação Maria Madalena Colette 12:00 h - Almoço 13:30 h – Apresentações – Sessão I – Sidney Lianza; Gustavo Machado; Gustavo Melo. 14:30 h - Debate 15:00 h – Café 15:15 h – Apresentações – Sessão II – Elizete Alvarenga; Celso Avelar; Luana Moraes. 16:15 h – 

Debate 16:45 h – Síntese: Alfonso Torres, Sidney Lianza, Michel Thiollent. 17:30 h – Encerramento

sábado, 7 de janeiro de 2017

COLETA DE SEMENTES

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Dispersão! A disponibilidade de sementes é peça-chave para a regeneração de florestas tropicais. A técnica de colocar uma malha fina abaixo de uma copa de árvore que atraia muitas aves ajuda a coletar sementes de várias espécies, até de plantas não cultivadas em viveiros. Para ajudar, durante o processo digestivo das aves, sementes que precisam de quebra de dormência já saem prontinhas para plantar. 


Saiba mais:
Técnicas de Restauração de Áreas Degradadas" - Silvia Soares - https://goo.gl/iytGkf





https://www.facebook.com/arvoresertecnologico/photos/a.501991869943424.1073741828.501466783329266/853221561487118/?type=3&theater

sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

A DORMÊNCIA DAS SEMENTES

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A dormência é o período de repouso das sementes, quando diminuem bastante a atividade metabólica para poupar energia. Elas ficam protegidas até que tenham condições ambientais adequadas (como esperar a estação correta). É, acima de tudo, um mecanismo natural de sobrevivência e perpetuação das espécies. Às vezes, porém, você está com a semente de um fruto que acabou de comer e gostaria de saber como despertá-la desse sono profundo. No guia abaixo, você encontra técnicas para "quebra de dormência" e germinação de 100 espécies nativas de sementes florestais. Às vezes, é preciso colocar na água fria, ou na água quente, ou colocar na geladeira, ou raspar a casca com diferentes técnicas. Isso muda para cada espécie. No processo natural, os bichos são especialistas no assunto. Por exemplo, quando as sementes passam pelo processo digestivo das aves, a dormência é quebrada e elas já saem nas fezes prontinhas para germinar. 

Saiba mais:
Sementes florestais - Guia para germinação de 100 espécies nativas: 







https://www.facebook.com/arvoresertecnologico/photos/a.501991869943424.1073741828.501466783329266/848290011980273/?type=3&theater





segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

SOLSTÍCIO DE VERÃO





O verão 2016/2017 começou oficialmente no Hemisfério Sul às 7h44 (hora de Brasília) do dia 21 de dezembro de 2016 e vai terminar no dia 20 de março de 2017, às 7h29, também no horário de Brasília. No Hemisfério Norte começou o inverno.
Esse momento exato do início do verão, com dia e hora marcados, é chamado pelos astrônomos de solstício de verão. O Hemisfério Sul passou pelo solstício de verão e o Hemisfério Norte pelo solstício de inverno.
solstício é um momento, com dia, mês, hora e segundo muito bem determinados por cálculos astronômicos. Não é um período. Então, não é correto dizer “entramos no solstício”. Você pode dizer passamos (com a ideia de um momento) pelo solstício de verão (de inverno) e entramos (ideia de um período que vai se prolongar) no verão (inverno).


Astronomia define a data das estações
A data e o horário do início e do fim das estações do ano é um cálculo feito pelos astrônomos e não pelos meteorologistas. Pode-se saber a data e hora do início das estações com muitos anos de antecedência.
Os meteorologistas trabalham com as mudanças do tempo de um dia para o outro, de uma semana para outra, com as variações do clima de uma estação para outra. Porém, as mudanças meteorológicas não obedecem aos cálculos astronômicos. Nem sempre o frio mais intenso ocorre no auge do inverno e nem sempre o calor mais forte é no verão.


https://www.climatempo.com.br/noticia/2016/12/21/voce-sabe-o-que-e-solsticio-de-verao--5253

ILHA DE CALOR

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Moradores de centros urbanos sem parques ou florestas por perto, a "ilha de calor" está logo ali, acima do concreto, do asfalto, dos telhados dos mais lindos arranha-céus. Os prédios altos e as ruas estreitas ajudam a aumentar a temperatura e a reter a radiação solar. Também dificultam o passeio das brisas... como ventar? É preciso encarar as ruas da cidade e respirar. Respirar fumaça e poluição retida. Fumaça da queima de tanta gasolina de tantos motores e chaminés ao redor. Os rios urbanos não dão conta de transpirar. Os córregos subterrâneos seguem à parte e, infelizmente, desconhecidos pela população. Com poucos parques e áreas verdes, algumas megacidades como São Paulo também perdem a umidade da transpiração das plantas.

Medidas extremamente simples podem minimizar o efeito "Ilha de calor", infelizmente, muitos não se deram conta que o plantio de árvores pode ajudar, enormemente, este e outros problemas  como: infiltração de água das chuvas nas enchentes, em solos impermeabilizados; recuperação hídrica de nascentes; melhoria da qualidade do ar, entre tantos outros. Enfim, não podemos esperar as autoridades, vamos arregaçar as mangas no intuito de um ambiente melhor





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