domingo, 30 de agosto de 2015

RESÍDUOS SÓLIDOS/ESTUDO DE CASO



Gestão de Resíduos de Poda: Estudo de Caso da Fundação Parques e Jardins do Município do Rio de Janeiro

Pequena mostra do estudo realizado na UERJ
(Universidade do Estado do Rio de Janeiro). Dissertação de Mestrado do Programa de Pós-graduação em Engenharia Ambiental, realizada  por Barbara L. G. Alves.




RESULTADOS

Propostas apresentadas:

O paisagismo urbano deve exercer outras funções no padrão de sustentabilidade de      uma cidade
Olhar diferenciado das políticas públicas em relação à diversidade de ações
Gestão participativa
Retiradas prévias das sementes
Condução dos resíduos de poda para o CTRS de Gericinó
Otimização da área do CTRS de Gericinó: congregando disponibilidade espacial e destinação final dos resíduos e aproveitamento dos mesmos
Apresentação de modelo eficiente de aproveitamento dos resíduos de poda de árvores urbanas
Contribuição com a revitalização da área aterrada
Produção de composto orgânico e mudas nos aterros, sem gastos com transporte e insumos
Utilização de espécies promissoras em aterros sanitários
Produção de equipamentos paisagísticos e outros mobiliários urbanos
Absorção da mão-de-obra dos ex-catadores


BIBLIOGRAFIA RESUMIDA:



ANTUNES, Paulo de Bessa. Direito Ambiental Brasileiro. Rio de Janeiro: Ed. Lumien Juris, 2005.
BAIARD, Colin. Química Ambiental, trad. Maria Angelis Recio e Luiz Carlos Marques Carrera. – 2. ed. – Porto Alegre: Bookman, 2002.
CERVO A. L., BERVIAN P.A.. Metodologia Científica. 3 ed.. São Paulo: Mc Graw-Hill do Brasil,1983
CURSO DE ATUALIZAÇÃO PROFISSIONAL EM ARBORIZAÇÃO URBANA. Realização APEFERJ – Associação de Profissionais de Engenharia  Florestal do Rio de janeiro – Rio de janeiro: ed. Luiz O. L. Pedreira,1998.
GOVERNO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO. SEMADS-FEEMA-SEE. Cadernos Pedagógicos I, II, III, IV . Rio de Janeiro: CEPUERJ, 2000.
LERNER, Walter. Organização, Sistemas e Métodos. São Paulo: Atlas,1982
LORENZI, Henrri, Árvores exóticas do Brasil: madeireiras , ornamentais e aromáticas. São Paulo: Instituto Plantarum, 2003.
LORENZI, Henrri. Árvores Brasileiras: manual de identificação e cultivo de plantas arbóreas nativas do Brasil. São Paulo: Editora Plantarum, 1992.
MACHADO, Paulo A. L. Direito Ambiental Brasileiro. São Paulo: Humanitas, 1999.
MADEIRA, José Maria Pinheiro. Administração Pública Centrada e Descentralizada - 2ed -  Rio de Janeiro: América Jurídica, 2003.
MEDAUAR, Odete. Constituição Federal, coletânea de legislação de direito ambiental. São Paulo: Ed. Revista dos Tribunais, 2002.
PAISAGISMO carioca. Fundação Parques e Jardins. Disponível em www.rio.rj.gov.br/fpj  Acesso em: 19 de jun. 2006.
PLANO ESTRATÉGICO DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO. As cidades da Cidade. Rio de Janeiro: Imprinta Express LTDA, 2004.
SANDERS, R. A. Some determinants of urban forest structure. Urban Ecol.: 1984.
SISINNO, Cristina Lúcia Silveira, OLIVEIRA, Rosária Maria de. Resíduos Sólidos Ambiente e Saúde. Rio de janeiro: Editora Fiocruz, 2000.
VOLPATO, Gilson Luiz. Ciência: da filosofia à publicação - 4a ed.- Botucatu: Tipomic, 2004.


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Terminamos dessa forma uma breve exposição sobre os resíduos de podas urbanas (2006). Temos a certeza que  a implementação da gestão  sugerida em prefeituras poderá trazer grandes benefícios para a estruturação dos planos diretores das cidades, para o meio ambiente local e ao mesmo tempo exercer sua função social junto aos catadores. Fato já comprovado recentemente no sul do Brasil e na Alemanha (sem o enfoque social) , citados anteriormente aqui no Blog em 24/072015.

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